Quarta, 19.Dez.2018



Bosco lamenta crise na indústria calçadista e diz que setor é estratégico para a retomada do crescimento

Por Bosco Costa.


09/08/2018 12:03 - Atualizado em 09/08/2018 12:15
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A Crise na indústria calçadista tem provocado desemprego no Brasil. A recessão no setor foi iniciada no ano de 2014, e sem uma resposta dos governantes, o problema persiste e tem provocado ajustes no quadro funcional, realidade preocupante para o estado de Sergipe.

Lutei pela construção de galpões de fábricas e conseguimos dentre os pleitos, a implantação de indústrias nos municípios de Ribeirópolis e Nossa Senhora Aparecida. Através desta luta, conseguimos gerar mais de 1.000 empregos diretos, porém alguns anos depois, uma destas fábricas fechou as portas e a outra vem reduzindo o número de funcionários.

O setor calçadista atravessa momento pessimista. O empresário não vislumbra boas perspectivas para investir em equipamentos e novas tecnologias, no atual cenário do nosso país. Em Sergipe não é diferente, a falta de planejamento tem afastado novos investidores.

No último ano, a imprensa do nosso estado divulgou a abertura de três novas indústrias somente na região agreste. Fora prometido à reabertura das fábricas de Ribeirópolis e Carira e a criação de uma nova em Campo do Brito. Foi apenas mais uma das tantas promessas não cumpridas.

O setor calçadista atualmente emprega 294.590 pessoas no Brasil, mas vivencia crise nas vendas do varejo, que somaram 7,3%, em abril deste ano, em comparação ao mesmo período em 2017. Nas exportações, o mercado teve uma queda de 6,7%, no volume. Isso tem provocado demissões, e infelizmente o mercado só deverá reagir a partir de dezembro, com o lançamento de novas coleções.

Precisamos construir no ano vindouro um país de boas perspectivas para que o setor reaja e contribua para a retomada do crescimento.


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