Quarta, 17.Otu.2018



Carira: confusão e troca de empurrões envolve prefeito e vereadores

Tumulto ocorreu durante visita de diretor da CODISE em galpão de fábrica gera


21/09/2018 09:50 - Atualizado em 21/09/2018 09:58
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Reportagem: Aparecido Santana, repórter Xodó FM.

Empurra-empurra, gritaria, confusão, foi assim que terminou a visita do diretor-presidente da Companhia do Desenvolvimento Econômico de Sergipe CODISE, José Matos Lima, na manhã desta quinta-feira, 20, no município de Carira.O problema é que o convite foi estendido a outros vereadores, e um dos parlamentares que resolveu aparecer foi Peninha. E em Carira, oposição e situação juntas é confusão na certa.

Não deu outra, assim que o diretor da CODISE chegou à cidade se dirigiu ao galpão, era por volta de 10h30 da manhã. Logo na chegada ele iniciou um diálogo com o prefeito, Gabriel e Demar, mas o vereador Peninha, ex-aliado e hoje adversário ferrenho de Negão tentou participar da conversa. O prefeito retrucou e a partir dali os ânimos já estavam exaltados.

Logo em seguida todos se dirigiram à parte interna do galpão. Lá ocorreu mais uma tentativa de diálogo do presidente da CODISE e o prefeito. Mas enquanto tudo acontecia, o vereador Peninha foi mostrar seu talento como cinegrafista amador, e usou seu celular para filmar tudo, e o prefeito não aprovou. O vereador inclusive colocava o celular bem próximo ao rosto do gestor municipal que subiu a voz e pediu pra que ele parasse. Mas Peninha continuou, até que Demar resolveu lhe empurrar. Ai virou confusão, o prefeito se envolveu, a família se envolveu e a visita foi suspensa.

A visita do diretor seria para analisar a situação do galpão. Pois a gestão municipal e o Estado, através da CODISE, haviam assinado um termo de cooperação técnica visando à instalação da unidade industrial da empresa Lia Line, no núcleo industrial de Carira. A implantação seria para o fomento ao desenvolvimento econômico e social da região.

A CODISE diz ter concluído os reparos do galpão em junho.  Mas uma chuva que ocorreu no município inundou o local, e o empresário da Lia Line informou que só iria colocar a fábrica em funcionamento após a substituição do telhado do galpão. Isso gerou um impasse e não há previsão da abertura da empresa, que iria gerar 600 empregos diretos.


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