Sexta, 22.Set.2017



"Tiros amigo" divide bloco oposicionista em Sergipe, diz jornalista

Opinião.


11/07/2017 14:09 - Atualizado em 11/07/2017 14:22
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A guerra de egos tem sido um fator que tem dificultado entendimentos e mostrado um certo enfraquecimento do grupo de oposição no estado de Sergipe. O triunvirato político formado pelo senador Valadares (PSB), Eduardo Amorim (PSDB) e André Moura (PSC) estão numa disputa "interna corporis" e, eventualmente sendo alvejados pelo "fogo amigo" ou "tiros amigo", como cita Diógenes Brayner em sua coluna Plenário.

Leiam o texto de Brayner a seguir...
De acordo com o colunista, nem tudo são flores no bloco da oposição. As coisas andam ‘respeitosamente’ silenciosas no espaço em que as lideranças se mexem. Mas segundo ele, o senador Eduardo Amorim ainda está livre dos “tiros amigo”, até porque mantém a cautela em relação a 2018 e põe no ar que pode ser candidato à reeleição, sem deixar de colocar seu nome à disposição para o Governo do Estado.

Alguns membros da oposição estão preocupados com o clima entre o senador Valadares (PSB) e o líder do Governo no Congresso, deputado André Moura (PSC). Um deles disse que o “senador chegou ao bloco de oposição há apenas um anos e já começa a provocar discórdia”. A publicação de uma provável chapa da oposição para 2018, com Eduardo Amorim para o Governo, Valadares Filho a vice e o senador Valadares à reeleição e a outra vaga ao Senado ficaria para negociações, não foi bem vista.

– A nossa chateação é porque Valadares afasta André Moura da majoritária…

Uma análise rápida feita por um integrante do bloco liderado por Amorim, diz que o senador Valadares “sempre moveu as peças do tabuleiro para traçar estratégia que favoreça a ele e seu grupo”. Mas, segundo ainda análise do membro da oposição, “hoje ele não tem mais condições de fazer isso, porque o comando do nosso conglomerado não passa por uma orientação dele”.

De fato, fica clara a necessidade de afastar André Moura da chapa majoritária. É que o senador Valadares tem consciência que se ele e Amorim disputarem reeleição, um dos dois vai perder. Há uma possibilidade, ainda não exposta, em caso de André Moura ser candidato ao Senado: “não haveria dificuldade dele (André) e Jackson trocarem votos para que os dois sejam os eleitos”.


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