Sábado, 18.Nov.2017



Ato contra a reforma da previdência em Sergipe – Por Mário Dias

O movimento teve seu início por volta das 15h, com concentração na Praça General Valadão.


15/03/2017 23:12
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Em Aracaju, os movimentos sociais, partidos de esquerda, centrais sindicais e dezenas de centenas de pessoas que são contra a reforma e compreendem ser um retrocesso para a legislação trabalhista e sacrifica de forma cruel e exclusiva a parte mais frágil da pirâmide, foram as ruas para chamar a atenção do governo Temer. E se falando em pirâmide! Tivemos em um passado recente um modelo diferente do cotidiano, e bastante desfocado das análises conjunturais sobre a nossa economia. O Brasil teve em determinado período uma classe média com formato de melancia, ou seja, a ascensão de milhões de pessoas para esse status social. Falando nessa nova classe média, era nítida e representativa as palavras de ordem dos manifestantes no ato de hoje ao relebrarem aos que naquele período estavam estagiando nesse provisório status de classe social, que em um passado bem recente ecoavam em todo o país as melodias destoantes das panelas caras e não oxidantes. Muitos relembravam gritando: “tragam suas panelas e venham para rua”, outros lembravam: “vocês que gritaram fora Dilma, vejam o que Temer quer fazer com vocês...”, “...venham para rua, venham e tragam às panelas”.

O movimento foi extremante ordeiro e teve seu início por volta das 15h, a concentração lotou a Praça General Valadão e em seguida percorreu com diversos carros de som e uma multidão de manifestantes pelas principais ruas do centro de Aracaju. Uma coisa ficou bastante evidente, o povo sergipano irá reagir ao governo Temer e aos parlamentares sergipanos que votarem a favor da PEC. Isso também foi amplamente lembrado na maioria dos discursos. O ato foi positivo para os organizadores, e deixou de orelhas em pé boa parte dos que defendem o Governo Federal.

Sergipe irá acompanhar de forma efetiva a famigerada e polêmica reforma da previdência de olhos abertos e punhos serrados.

Por Mario Dias.

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